Mark Craddock, de Sydney (Austrália), estáproibido de exercer a medicina.
A decisão se deu depois que o médico prescrevera um medicamento usado para a castração química a fim de "curar" um membro da sua igreja que tinha se declarado gay.
O jovem de 18 anos foi indicado ao consultório de Craddock pelo pastor da igreja evangélica, de acordo com o "Sydney Morning Herald".
O médico receitou Cyprostat, medicamento também receitado em casos de câncer na próstata. Ele evita que a testosterona atinja as células cancerosas. Supressores de hormônio também são usados no tratamento de transgressores sexuais.
Craddock admitiu em uma audiência perante as autoridades médicas realizada em junho que ele não manejou o histórico médico nem submeteu seu paciente, cuja identidade não foi revelada, a um exame físico, assim como também não lhe falou dos efeitos colaterais, como a impotência.
No mês passado, o comitê médico determinou que Craddock, de 75 anos, é culpado de conduta profissional não satisfatória e lhe proibiu de praticar a medicina.
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